sexta-feira, outubro 31, 2014

Fora do estado de SP - capitulo 2.

          Desembarquei no Santa Genoveva no dia 11 de outubro de 2014 por volta das 19:45 estava tentando ligar para meus filhos com a intenção de avisá-los de que estava tudo bem e já havia esquecido da minha mala maior que eu havia despachado, quando ouvi o aviso de que as bagagens do voo JJ 3468 estavam disponiveis na esteira,  fui até a saída da bagagem por ser principiante estava toda enrolada.
Visualizem a cena - Eu do alto dos meus um metro e cinquenta e cinco de altura - tentando chegar perto da esteira rolante onde nossas bagagens eram trazidas até nós, com todos os outros passageiros do voô em volta da mesma foi hilário. E pegar a minha mala então! 
             Ah! Lembram se da 'magia' em que eu me referi no capitulo anterior, acabou de vez. 
             Ufa! Consegui sair da aerea de desembarque do GYN e procurei um lugar onde eu pudesse entar em contato com o Douglas e o Diogo e enviar um torpedo para o Daniel até que encontrei um lugar aprazivel onde pude fazer as ligações telefônicas e enviar o SMS. 
             Você que lê estas linhas deve estar imaginado: 
             -- Bem agora tudo correrá de uma forma mais tranquila.
             Ledo engano seu e meu.

terça-feira, outubro 14, 2014

A primeira vez fora de São Paulo

               Estou no recesso do trabalho como professora. Resolvi então fazer duas coisas que eu nunca tinha feito antes, a primeira: viajar para fora do estado de São Paulo, onde nasci já há 51 anos, a segunda: fazer a viagem de avião.
          Depois de muita pesquisa na 'www' comprei as passagens para Goiania. A intenção era a de hospedar me no SESC de Caldas Novas - uma vez que sou dependente do Diogo que tem matricula como comerciario - mas não consegui. 
           Com as passagens aereas já compradas e não querendo desistir da viagem fui mais uma vez pesquisar na grande rede e decide hospedar me no Hostel 7 na capital de Goias.
         No Aeroporto de Congonhas tudo correu normalmente até chegar na hora de embarcar e passar pelo detector de metais. Eu estava de sapato de salto alto e ele tem uma haste metalica dentro do mesmo. Resultado eu tive que tirar o sapato e vestir uma sapatilha descartável de TNT. Eu as guardei.
          Dentro do avião, mesmo sabendo que eu ficaria na poltrona do meio, não tinha ideia de como seria desconfortável se ao menos o rapaz que estava na cadeira do corredor tivesse o bom senso de não se espalhar teria sido melhor, mas não foi ruim mas também muito embora não tenha a magia  que eu acreditava que tivesse.
           Ainda assim pude ver de relance as nuvens sobre o meu estado natal e as luzes de Goiania.

OUTRA BOA LEMBRANÇA

  Tenho 57 anos, até novembro, mas mesmo assim ainda estou engatinhando nesse mundo virtual. Muito embora eu ja conhecesse o mundo digital d...